domingo, 4 de dezembro de 2016

Políticos bandidos corruptos traindo o povo!

Políticos bandidos corruptos querem calar a justiça!



Na calada da madrugada tal qual verdadeiros bandidos, como verdadeiros canalhas que agem na escuridão dos esgotos, os parlamentares aprovaram várias emendas ao projeto inicialmente concebido pelo Ministério Público Federal sobre as 10 medidas para combater a corrupção no Brasil. Distorceram tudo, alteraram tudo. E onde estava o povo? O povo pranteava, chorava a morte de dezenas de jogadores brasileiros tragicamente mortos na Colômbia. Aproveitando-se dessa triste situação esses facínoras, esses bandidos de gravata aproveitaram para alterar a lei e impor restrições à atuação de juízes, promotores e procuradores! Pasmem! Só no Brasil, políticos bandidos, ladrões corruptos querem criar leis para criminalizar a eficaz ação da justiça no intuito de processar, julgar e punir esses canalhas eleitos pelo povo e que acobertados pela famigerada imunidade, querem estar acima da lei, escaparem do julgamento por seus crimes praticados contra o povo. O Senado Federal assim como a Câmara Federal, abriga um sem-número de políticos de uma forma ou outra, envolvidos com o mal feito. Desvio de verba, abuso de autoridade, improbidade administrativa, peculato, assassinato, etc. fazem parte do rol dos crimes que muitos respondem.

Com o advento da operação “Lava-Jato” e a coragem patriótica do juiz Sérgio Moro, que teve peito de mandar prender destacados figurões antes intocáveis dessa República, os meliantes confortavelmente instalados em Brasília, passaram a buscar todo tipo de ação pérfida para atrapalhar, para acabar com essas investigações que atingiram mortalmente até o ex-presidente Lula e acabou por derrubar sua sucessora, não menos canalha, Dilma Rousseff. Sérgio Moro cutucou um vespeiro, provocou a ira de dezenas de importantes homens públicos que até então vinham dilapidando o erário, corroendo as finanças públicas, tranquilos e cientes da impunidade. Agora, depois que ministros de Estado, senadores, deputados, governadores e altos funcionários da máquina pública foram alcançados pelas mãos da justiça, sem esquecer que os maiores empresários dos grandes conglomerados da construção brasileira foram parar atrás das grades em Curitiba, os políticos com rabo preso em algum tipo de maracutaia, trataram de impedir a ação de Sérgio Moro.

É uma vergonha esta situação que chegamos neste país, ao ver aqueles que deveriam defender o interesse público, estarem usando seus cargos, poder e funções para criar leis tentando intimidar, tentando amedrontar os representantes da lei. É uma vergonha ver ministros togados do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, covarde e descaradamente defenderem políticos infames, bandidos claramente com as mãos sujas de lama da corrupção ou sujas de sangue. Ver a detestável e condenável atuação desses vermes no Supremo como se fossem advogados pagos para defenderem seus clientes bandidos, é uma vergonha inominável! Rui Barbosa já pregava que “pior ditadura é a da justiça, pois não temos a quem recorrer”.   Vivemos hoje esses tempos em que não se pode confiar nem na justiça e muito menos naqueles que deveriam representar o povo, mas na escuridão da madrugada, votam leis para amordaçar, calar aqueles juízes corajosos que buscam os criminosos. Tristes dias que estamos vivendo! Os parlamentares brasileiros, com raras exceções formam uma casta vergonhosa de políticos canalhas, biltres, bandidos da pior espécie!

sábado, 26 de novembro de 2016

Câmara: Onde o povo é proibido de aplaudir ou vaiar!

Na "Casa do Povo", é proibido aplaudir ou vaiar!


Situação mais esdrúxula, mais ridícula e inaceitável ainda nos dias de hoje, é esta em que as pessoas do povo que comparecem ao auditório da Câmara Municipal de Araçatuba, são impedidas, proibidas de se manifestarem quer seja aplaudindo, batendo palmas, ovacionando ou vaiando, xingando os vereadores que atuam no plenário do legislativo local.  O artigo 258 do Regimento Interno determina que “é vedado aos espectadores se manifestarem sobre o que se passa em plenário”. Dispositivo draconiano, arcaico, inconveniente e ditatorial em tempos que a própria Constituição Federal estabelece que é livre a manifestação do pensamento, opiniões, etc. Soa vergonhoso quando pessoas comparecem à câmara para assistirem algum parente, um amigo ser homenageado com “Voto de Aplauso”, ou “Voto de Pesar”, receber um diploma ofertado pelos vereadores e o presidente do legislativo precisa suspender a sessão, após votos dos demais edis, transformando-a em “informal”, abrindo assim espaço para que os presentes possam aplaudir o homenageado. No caso de vaias, óbvio, o presidente não suspende a sessão para aguardar os apupos do povo. Esta situação envergonha a câmara, os vereadores que atuam de forma excêntrica, exótica.

Esta questão sempre gera um mal-estar entre   público e os vereadores que, acompanhando algum discurso mais acalorado, mais emotivo, mais sensível, deseja se manifestar aplaudindo o orador no momento, ou então, reprovando suas palavras, condenando seu posicionamento. É preciso de uma vez por todas, que os vereadores entendam esta lição, de que foram eleitos pelo povo, para “representá-los” para falar em seu nome. O vereador é um agente político, um cidadão que, por força constitucional foi eleito para exercer o “múnus público” em nome deste mesmo povo. É um absurdo que em tempos modernos de globalização, que milhões de anônimos cidadãos se manifestam através das várias redes sociais por meio de denúncias, críticas, observações, abaixo-assinados eletrônicos, se posicionam a favor deste ou daquele assunto, a tal “Casa do Povo” de Araçatuba ainda insista nesse dispositivo medieval que veda, que cerceia o direito dos cidadãos de se manifestarem seja aplaudindo ou vaiando.


Não se justifica mais que o Regimento Interno dos vereadores ainda mantenha este artigo típico das ditaturas, dos regimes fechados, onde o povo é amordaçado, impedido de opinar. É de se estranhar que vereadores que se dizem liberais, defensores do povo, das liberdades cívicas concordem com esse infame dispositivo que impede, proíbe o povo de se manifestar diante das muitas besteiras, dos erros e absurdos cometidos pelos edis. É bem verdade que acertam vez ou outra, merecendo assim o reconhecimento, os aplausos do povo. Vamos ver, vamos esperar quando algum vereador terá o discernimento, a coragem de apresentar um projeto para alterar esse Regimento Interno, retirando os termos desse artigo 258. Outra situação esdrúxula, grotesca é acabar com essa insensatez de se ler um texto bíblico antes de cada sessão. Os vereadores estão ali para discutirem temas de interesse público. A câmara não é uma igreja, um templo religioso e não devia ocorrer nenhum tipo de manifestação como esta. Vivemos num Estado laico, se é que alguns vereadores sabem o que isso significa. Deviam ler o artigo 19 da Carta Magna.

Os vereadores de Araçatuba deveriam ter a coragem de enfrentar esta situação e promovessem essas alterações reclamadas pela sociedade. Há que se lembrar que ao povo, ao eleitor que o vereador é um mero representante de uma vontade expressada nas urnas com funções específicas e limitadas ao texto legal e com prazo de atuação determinado igualmente pela lei. O vereador não é titular autônomo de um mandato, ele está investido dessa função pública mediante a escolha feita por sufrágio eleitoral. Qual a razão deste dispositivo? Qual o medo que os vereadores têm do povo?  Porquê amordaçar, calar o cidadão que paga impostos para manter essa estrutura pesada, arcaica e altamente improdutiva? O povo tem o direito de cobrar, exigir, manifestar-se e mostrar sua satisfação ou descontentamento para com seus representantes políticos. Em casos de exageros, o presidente dispõe de mecanismos para impor sua autoridade e manter a ordem no recinto destinado ao público. A liberdade de expressão é um pressuposto do Estado de Direito.



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Salmeirão e a "Pax Romana" em Birigui -

Em Birigui, Cristiano Salmeirão consegue a sua "Pax Romana"
O prefeito eleito de Birigui, Dr. Cristiano Salmeirão e seu vice Carlito Vendrame (Foto: Folha da Região). 

O prefeito eleito de Birigui, Dr. Cristiano Salmeirão (PTB), à exemplo do grande Otaviano Augusto, o primeiro imperador romano, quer impor a sua “Pax Romana” em Birigui ao compor seu secretariado com representantes de praticamente todas as correntes políticas da cidade. Fato inédito, ao convidar para serem seus secretários municipais, adversários políticos, especificamente Paulo Bearari (PT) que vai dirigir a FATEBI e o também professor Gilmar Treco Cavaca (PSDB), que será secretário da Saúde. Ambos foram candidatos a prefeito. Salmeirão também teve o cuidado de manter em sua futura equipe, nomes conhecidos e experientes da atual administração, além de desde o início da campanha ter ido buscar o nome do atual vice-prefeito, Carlito Vendrame, que continuará no mesmo posto. A chamada “Pax Romana”, foi um importante período no começo do governo de Augusto, que, ao tornar-se imperador depois de graves crises políticas e militares no pós-morte de Júlio Cesar, seu tio, decidiu compor-se com adversários políticos, militares e sociais impondo em 28 a.C. um governo aberto e conciliador que durou quase 200 anos, indo até o reinado imperial de Marco Aurélio, em 180 d.C. A “Pax Romana” foi um período de grande desenvolvimento, expansão do território imperial e relativa paz interna.

Há que se lembrar, que Birigui sempre teve dois grandes grupos políticos antagônicos, hostis e inconciliáveis. O grupo liderado pelo ex-prefeito Wilson Borini (DEM) e o outro, liderado pelo deputado Roquinho Barbieri (PTB). Desde alguns anos, as campanhas eleitorais foram marcadas por sérias revanches, acusações mútuas, fortes desentendimentos que resultaram muitas vezes em enormes prejuízos ao município, como ficou evidente na última eleição, com a vitória do atual prefeito, Pedro Bernabé, que fora apoiado por Borini. Desentendimentos ainda pouco explicados, levaram Bernabé a romper com Borini e aliar-se ao deputado Barbieri, que inclusive tinha feito denúncias graves de compra de voto na campanha de Bernabé em 2012, tendo este sido afastado do cargo por decisão judicial, que gerou a maior crise político-institucional em Birigui. Bernabé foi substituído por Paulo Bearari, então presidente da Câmara que também foi afastado do cargo por improbidade administrativa, sendo substituido pelo vereador Zavanella. Ou seja, em poucas semanas, a cidade de Birigui trocou de prefeito três vezes. Criou-se um clima pesado na administração, uma grave crise sem precedentes.

Por força recursal, Bernabé conseguiu reassumir suas funções, afastou-se politicamente do grupo de Borini e filiou-se ao PSDB, alterando profundamente o conjunto de forças políticas na cidade. Eleito presidente do legislativo, Cristiano Salmeirão desenvolveu um amplo programa de reformas na administração da câmara, cortando gastos desnecessários e aproximando-se dos grupos políticos e dos vereadores. Salmeirão, filiou-se ao PTB, deixando o PPS, para efetuar uma acomodação de vários interesses e lançou sua candidatura a prefeito, que se coroou vitoriosa agora em outubro passado. Sua iniciativa de buscar Carlito Vendrame para ser seu companheiro de chapa, foi uma jogada política inteligente e também pelo fato e agregar uma grande coalização de forças políticas e conseguindo assim impor expressiva e histórica derrota sobre Wilson Borini, outrora um verdadeiro “coronel” da política biriguiense, hoje condenado ao ostracismo.

A iniciativa de manter nomes da atual administração e compor com grupos adversários, deixa Salmeirão absolutamente senhor da situação, devendo ter poucas dificuldades com eventuais opositores. Até mesmo o vereador José Fermino Grosso (DEM), ligado a Borini, e o mais votado no último pleito, já afirmou que não vai criar problemas ao novo prefeito. De fato, Salmeirão sempre manteve excelente relações com todos os parlamentares no ambiente da câmara. Ao impor a sua “Pax Romana”, busca conciliar inúmeros interesses e se tiver sucesso, vai se tornar um grande e destacado líder político, impondo seu ritmo, sua visão de administrar com ética, com respeito à moralidade pública e no cuidado com a exata aplicação do dinheiro público. Salmeirão é um desses políticos raros nos dias de hoje onde grassa a corrupção e a roubalheira. É um homem público digno, honrado, tem as mãos limpas, jamais compactuando com o mal feito. Se tudo correr como se espera, Birigui ampliará ainda mais sua vocação industrial, com excelentes resultados de crescimento e transformando a “Cidade Pérola” numa referência regional.




sábado, 12 de novembro de 2016

Tieza será a nova presidente!

Câmara: Tieza será a nova presidente!



Pelo andar da carruagem, pelas conversas de “pé-de-oreia” que se ouve nos bastidores e corredores da política araçatubense, pode-se considerar desde já que a vereadora Tieza será eleita a nova presidente da Câmara de Araçatuba.  Maria Teresa Assis Lemos Marques de Oliveira, a Tieza, nasceu em Araçatuba (SP), em 03 de outubro de 1956. É assistente social, jornalista e radialista. Por 33 anos, foi funcionária pública estadual, período em que participou do processo de elaboração de importantes leis, como o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), a LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social) e Planos Diretores; da instalação e composição de vários Conselhos Municipais; e da criação de entidades e projetos, como o Grupo Amigos da Terceira Idade e o Sítio Escola. É autora do hino oficial da AEA (Associação Esportiva Araçatuba) e do livro "Mariana Bagunça e o Anjo Gabriel". Casada com o cirurgião dentista Lupércio Marques de Oliveira Júnior, tem três filhos: Ana Carolina, Maria Elisa e José Renato. Chegou à Câmara Municipal de Araçatuba em 2009, para o exercício do seu primeiro mandato parlamentar. Ocupa várias funções no PSDB Estadual e de Araçatuba. Nas últimas eleições, foi reeleita com 2.731 votos. Atualmente, é 1ª secretária da Mesa Diretora. Tucana de alta plumagem, é considerada linha-dura pelos petistas e atuais defensores do prefeito Cido Sério.

Ao longo dos últimos oito anos exercendo a função de vereadora, Tieza sempre se posicionou na linha de frente contra os vereadores da base de sustentação do prefeito petista Cido Sério. Única tucana no legislativo local, em muitas ocasiões se bateu na defesa do governador Geraldo Alckmin, tendo diversos bate-bocas com os vereadores Jaime, Batata Cláudio Henrique. Não foram poucos os momentos em que ela saiu em defesa do governo do PSDB quando provocada por esses vereadores. Bastante emotiva, Tieza é considerada “chorona” entre os vereadores. Muitas vezes foi às lágrimas ao comentar sobre os “Votos de Pesar” apresentados em plenário e também motivada por situações de nervosismos nas duras discussões notadamente com Jaime. Bastante atuante, teve destacada participação na luta contra a instalação do lixão na região da Água Limpa e agora com a queda da ponte na Vicinal Nametala Rezek. Contundente e dura na defesa de suas ideias, Tieza é bastante respeitada entre seus pares. Em 2017 inicia seu terceiro mandato e sua chegada à presidência da Mesa Diretora vai acontecer em função de um conjunto de eventos que conduzem para esta direção.

O vereador Papinha (PSB), hoje aliado de Tieza e do PSDB, almeja ser presidente da Casa, mas é “carta fora do baralho”, pois não reúne forças e votos suficientes para ganhar a disputa. Apesar do presidente de seu partido, Chinelo estar se mobilizando nos bastidores, não conseguirá sensibilizar os demais vereadores a votarem em Papinha. A futura oposição, tende a desagregar-se. Cido Saraiva (PMDB) e Batata (PR) querem a presidência, mas apesar de terem maioria, dificilmente conseguirão segurar os votos do Dr. Salatino (PMDB), Beatriz Nogueira (Rede) e Dunga (DEM), hoje propensos a votarem no candidato que atenda aos interesses do prefeito eleito, Dilador Borges, no caso, a vereadora Tieza.  O prefeito eleito, tendo a posse da caneta e do Diário Oficial, facilmente irá “sensibilizar” alguns vereadores “indecisos”. De um lado, Tieza conta certamente com os votos de Arlindo Araújo, Carlinhos Santana, Zanata, Dr. Alceu, etc.  Poderá (pelo andar das conversas), contar ainda com os votos de Beatriz Nogueira, do Dr. Flávio Salatino e até mesmo do experiente Dunga. Por outro lado, Cido Saraiva, dificilmente se entenderá com Batata na disputa e só poderiam, em tese contar com os votos de Pichitelli, Jaime, Claudio e muito remotamente de Beatriz e Dunga.

Papinha ficará isolado, sem qualquer apoio. Se atender à influência do prefeito eleito, desistirá em favor de Tieza, que a esta altura já deve estar confeccionando o novo vestido para a posse, escrevendo o discurso e “azeitando” o trator que ela vai passar sobre a eventual oposição. Espera-se duros embates e muito bate-boca entre Tieza, Jaime, Claudio Henrique e Batata. A nova presidente deverá impor um novo ritmo de trabalho no legislativo e, certamente haverá uma maior transparência na prestação de informações, no relacionamento com a comunidade, imprensa, partidos, organizações sociais em geral e com o público. O empresário Luis Fernando da Lomy que poderia estar liderando a eventual bancada de oposição, já manteve alguns contatos com os vereadores eleitos, contudo, encontra resistência na montagem de um grupo forte e unido, capaz de eleger o presidente, mesmo tendo maioria. Segundo ele, “há muitos interesses e teimosias associados”, que dificultam um acordo que leve à escolha de um único nome. Caso até fim de dezembro, o grupo de vereadores que se elegeu na coligação de Luis Fernando da Lomy não encontre o consenso, a presidente será Tieza. Quem viver verá!


domingo, 6 de novembro de 2016

Trailers serão varridos das praças!

Promotor exige a retirada dos trailers!
(Foto/Texto Kaio Esteves -O Liberal Regional) 

 A administração municipal vai começar a perseguição destrutiva contra os proprietários de trailers estabelecidos nas praças de Araçatuba. Acho essa iniciativa uma aberração, uma imensa ação deletéria e inominável contra cidadãos, pais de família que há anos estão vivendo e sustentando suas famílias com um trabalho pesado, sacrificado, honrado, mas por causa de uma idéia deformada, uma idéia desnecessária, inútil e imprudente nascida da cabeça do promotor de justiça, o Dr. Albino Ferragini, que desde 2014 iniciou essa verdadeira perseguição, exigindo, cobrando do prefeito para que expulsasse essa gente das praças públicas. As razões apregoadas pelo Dr. Ferragini para fazer cumprir a lei, são ridículas, inúteis e exageradas. As praças públicas de Araçatuba, em geral estão abandonadas há anos, largadas, servindo apenas de esconderijo para drogados, bandidos em geral, andarilhos. As famílias, as pessoas de bem não vão mais às praças por medo, por não sentirem mais o desejo de encontrar um bom local de lazer, de encontrar amigos, rever pessoas, conversar. As praças hoje não possuem mais sanitários em sua maioria não atraem mais os cidadãos.

A iniciativa do promotor Ferragini merece o repúdio, a desaprovação da sociedade. O ilustre representante do MP exagera em suas considerações e motivos. Quer fazer cumprir uma lei inócua. Enquanto isso, coisas piores que mereciam o olhar atento desse zeloso representante e defensor da lei, continuam por aí desafiando a ação das autoridades. Lixões se espalham por vários bairros da cidade, ameaçando a saúde pública. Grandes restaurantes espalham mesas e cadeiras sobre as calçadas impedindo a passagem dos pedestres. Basta dar um giro à noite pela urbe e se constata esse desrespeito ao cidadão. Colocam churrasqueiras, máquinas de assar frango, etc. sobre calçadas.  E cadê o zeloso promotor de justiça? Aos finais de semana, principalmente, enormes caminhões depositam nos canteiros centrais de avenidas como a Mário Covas, Pompeu e Brasília, móveis feitos de ferro, madeira, bambu, trabalhados de forma industrial para serem vendidos. Cadê o promotor de justiça para cobrar o prefeito e a Guarda Municipal o cumprimento da lei? Perseguir, jogar ao chão e prender um humilde vendedor de goiabas no calçadão de Araçatuba, isso pode?


Estamos vivendo tempos difíceis. A situação econômica do país está à beira de um colapso. Milhares de cidadãos estão desempregados. Muitos foram jogados na rua da informalidade que beira a rua da criminalidade. Passem pelo centro da cidade, Rua XV de novembro, Calçadão, Rua Prudente de Moraes e vejam o enorme contingente de vendedores ambulantes! Muitos são empurrados para a informalidade para não roubarem, para manterem suas famílias e vem o ilustre promotor Ferragini exigir que a prefeitura jogue na rua os donos de trailers! Alguém pode imaginar o Largo da Igreja do Paraisão sem aqueles trailers? Alguém pode imaginar o impacto psicológico, financeiro sobre as dezenas de empregados que trabalham nesses trailers? E o promotor Ferragini está preocupado em cumprir a lei! Todo mundo que passa na esquina da Pompeu com a Brasilia, notadamente nos fins de semana, assiste aquelas cenas deprimentes de centenas de jovens ali dispersos, bebendo bebidas alcoólicas, fumando maconha, se oferecendo à prostituição e cadê o Ministério Público?! Isso sim, merecia, deveria receber do “Parquet” a atenção devida. Jovens, adolescentes, menores ali perdidos, amanhecem bêbados, drogados. Já houve inúmeros casos de overdose. E cadê o Ministério Público?! 

sábado, 29 de outubro de 2016

Vereadores aumentarão salários?

Vereadores aumentarão os salários?


Aproxima-se o fim da atual legislatura e até o presente, os vereadores de Araçatuba ainda não discutiram nada sobre o reajuste dos próprios salários bem como do novo prefeito, vice-prefeita e secretários. Servidores municipais têm data-base em 1º. de maio mas a situação dos "barnabés" está longe de uma tranquilidade. O atual prefeito, Cido Sério (PT) em 2016, concedeu um minguado reajuste com base no índice inflacionário sobre os salários de 2014! Pasmem! 2014. Estamos entrando em 2017 e até agora não se toca no assunto relativo aos reajustes de 2015 e 2016. Mas o novo prefeito eleito, Dilador Borges durante os debates eleitorais afirmou que "não receberia sindicato", "não conversaria com sindicato". Disse que iria conversar isoladamente com cada setor, ou seja, Dilador deve ignorar  existência do SISEMA, o órgão sindical legalmente eleito para representar os 4 mil servidores municipais. Na ótica autoritária, ditatorial que o futuro alcaide pretende imprimir em sua administração, ele deve estimular  a ação de "pelêgos" contrários à atual direção sindical e negociar reajustes separadamente. É o que se entendeu com as palavras do futuro mandatário. Só para lembrar, o presidente atual do SISEMA foi eleito para vereador na próxima legislatura. Denilson Pichitelli se prepare pois pelo discurso de Dilador Borges, você não terá vida fácil. A visão do futuro gestor é clara - minar as bases do sindicato, enfraquecendo sua liderança, destruindo sua capacidade de se organizar, promover greves, etc. Uma atitude fascista da melhor qualidade! Benito Mussolini ficaria com inveja!

Os vereadores de Araçatuba estão sem reajuste já há um bom tempo.  ultima tentativa de levar o assunto à discussão fracassou por causa da forte pressão popular que impediu a discussão em plenário. Agora, por força legal, os vereadores não podem mais discutir o tema de reajuste dos próprios salários. Teriam que ter feito isso antes da eleição, mas...Hoje o vereador de Araçatuba recebe bruto R$ 6.502,25 e pode nomear até 3 assessores de sua confiança. Por lei, agora não resta mais tempo para se levar ao plenário este espinhoso tema, logo, os vereadores eleitos nesta última eleição, vão continuar recebendo este mesmo valor. Os atuais vereadores podem até o final desta legislatura, apenas discutir e votar o reajuste do prefeito, da vice-prefeita e secretários. Hoje Cido Sério recebe R$ 20.779,20, Carlos Hernandes, o vice R$ 6.502,25, os secretários municipais percebem R$ 9.800,00. As perguntas são estas: Quem terá coragem de apresentar um projeto reajustando os salários do Executivo? Como votariam, se posicionariam os atuais vereadores Edna Flor e Ermenegildo Nava visto que ambos se posicionaram contra na última votação? Como Edna Flor será a vice-prefeita e Nava possivelmente um secretário municipal, não estariam legislando em causa própria? Há uma enorme expectativa no posicionamento desses dois parlamentares se o caso chegar ao plenário, pois ambos sempre se comportaram de forma ética e se votassem favoráveis a um  reajuste, poderiam arranhar suas biografias defendendo interesses próprios. Tudo leva a crer que o assunto "reajuste salarial" passará em branco. Dificilmente algum vereador hoje na oposição e em janeiro na situação terão a coragem de enfrentar  a já combalida sociedade araçatubense, defendendo um projeto visivelmente impopular e lesivo ao interesse público. É o que o povo, o eleitor espera dos vereadores.      



sábado, 22 de outubro de 2016

Eleitor jogou voto no lixo!

O eleitor jogou seu voto no lixo!


Dos 97. 019 votos válidos dados aos vereadores, cerca de 3.284 votos foram literalmente jogados no lixo! Entre os 205 candidatos lançados por 28 partidos políticos em Araçatuba, 65 tiveram menos de 100 votos, ou seja, a maioria desses pretensos candidatos não tiveram capacidade de convencer suas próprias famílias, seus vizinhos, amigos, colegas de trabalho, ou seja, não tiveram  as mínimas condições para postularem uma vaga no legislativo. O votos somados desses candidatos − 3.284 sufrágios, se dados à apenas um desses, certamente elegeria um vereador. É preciso se repensar a política, esse mundo de partidos nanicos, gente sem a mínima expressão, a mínima representatividade, se lançam candidatos de forma a aventurar-se, outros tentados a conseguirem alguns trocados dos candidatos ao executivo, outros agindo de má fé, por absoluto impulso de irresponsabilidade. É preciso principalmente que aqueles que se lançam como candidatos ao executivo, possam refletir se vale a pena essa barganha, esse escambo com esses partidos minúsculos em troca de um apoio, em troca de alguns segundos no horário de rádio e tv. O que se viu em Araçatuba, desde a eleição de Cido Sério (PT) em 2008, foi um verdadeiro festival de  gente mal intencionado fundando partidos políticos para todos os gostos, com o intuito sabidamente, de posteriormente alegar ter "força política" e obter benesses, favores daquele candidato eventualmente eleito para o cargo de prefeito. É uma atitude vergonhosa, alimentar esse ciclo, essa trajetória. Nas costas do atual presidente de partido, negociam-se sabe-se lá quais interesses escusos por baixo do pano, afastam o titular na calada da noite, nomeando-se outro  presidente, um típico fantoche cujo trabalho será monitorado por alguém da confiança daqueles interessados em negociar a sigla. Nos últimos anos foi isso que ocorreu em Araçatuba com o PP, o PDT, o PV, o PSDC, o PSC e outros, cujos presidentes dos diretórios municipais não tiveram tempo de sequer esquentar a cadeira de presidente do partido sendo apeados do poder por autênticas forças ocultas, cheias de más intenções.  No caso do PDT foi vergonhosa a situação. Foi um troca-troca de presidente de forma tão rápida que ninguém na cidade sabia quem era o presidente de fato e de direito.

No caso do PV, de forma vergonhosa, imoral, anti-ética, o Dr. Alceu Batista, ficou sabendo de seu afastamento pela imprensa. Passado um certo tempo,  marchas e contra-marchas, conversas e mais conversas, foi reconduzido ao cargo, sem muito poder. Na verdade, quem mandava e manda no partido é o vice-presidente. Talvez, a recondução  do Dr. Alceu tenha sido condicionada à esta particularidade. É preciso repensar modelo hoje adotado para se lançar candidatos. Laçam aí pelas ruas, qualquer "zé ruela", qualquer cretino, qualquer "pé-de-chinelo" com o único intuito sobejamente claro destes pobres-diabos servirem com autênticos "bois-de-piranha", para puxarem votos para aqueles com reais chances de se elegerem. No momento do partido que lidera a coligação,  partido do eventual candidato a prefeito que vai patrocinar essas candidaturas, é óbvio que a distribuição de dinheiro, veículo, combustível, material gráfico para a campanha, é totalmente desproporcional! Para aqueles candidatos à reeleição, com reais chances de sucesso, o partido oferece muito mais do que para esses pobres coitados, arrastados, seduzidos com discursos febris das possibilidades que sabem realmente impossíveis. É um enganando o outro. Está na hora dos partidos escolherem  com bastante antecedência os possíveis candidatos, irem instruindo estes, oferecendo cursos, capacitação,etc. É hora dos partidos agirem com mais honestidade, com ética e não como o fazem atualmente, ludibriando, induzindo  esses  incautos ao erro. É hora se de pensar na extinção de muitos pseudos-líderes partidários e esses famigerados partidos de aluguel, com o único interesse pessoal em obter cargos na administração municipal. Os números sobre esses  tantos candidatos que obtiveram menos de 100 votos, demonstram que o eleitor é levado a jogar literalmente seu voto no lixo, no afã de atender um candidato sabidamente sem mínimas condições de participar de um pleito dessa natureza. Por conta da rigidez da legislação eleitoral em vigor, tudo foi proibido nessa campanha. O candidatos desconhecidos foram ignorados, receberam pouco apoio dos partidos, servindo apenas de puxadores de votos. Mas nem prá isso, serviram!